Babel, de Alejandro Inãrritu A acção decorre em três continentes (América, Ásia, e África) envolvendo imigrantes, adolescentes e brancos endinheirados. A fotografia, de Rodrigo Pietro é excelente… a música, de Gustavo Santaolalla é Fabulosa! Iñarritu apresenta violência moralista, megalomania narcisista, estereotipias… prolongando a acção ao limite, ao patológico…
Babel és tu... sou eu... somos nós... todos nós!
Louco, incompleto, complexo... saturante e insuficiente!
Babel é contraditório! Une histórias paralelas... é fragmentado...
Ando super enamorada com o meu novo companheiro... finalmente um instrumento de trabalho verdadeiramente portátil... Pesa apenas 1 Kg :o)... o meu é o branco... e é lindo!!!
"Consciente de mim mesmo, sou também consciente de uma série de limitações (...) Se eu não estou bem comigo mesmo é porque estou vivendo somente a realidade da mente. O ser do qual eu sou consciente, que eu reconheço, é um ser limitado, por isso saber lidar com esta mente é fundamental. A solução está, não em tentar modificar as situações nas quais eu projecto a minha insatisfação (...) E mais: por mais que eu consiga mudar, transformar o mundo a minha volta, no processo de modificar o mundo nossos valores também se modificam, e nos descobrimos desejando outras mudanças. Se eu quero realmente ser feliz, preciso reconhecer que tenho que encontrar essa felicidade em mim mesmo, independente das situações."
Admiro Muito a Tua Força, a Tua Garra e a Tua Capacidade de Amar e Lutar contra tudo e todos! Acho que sempre foste (e és) uma Grande Mulher. Parabéns amiga... que possas continuar a sorrir todos os dias!